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13 Fevereiro 2019 • 
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Desporto ao ar livre: que equipamentos usar para atingir os seus objetivos

Praticar exercício físico ao ar livre não só é mais fácil e mais barato, como também faz melhor à saúde, do ponto de vista físico e mental. Não há horários nem rotinas, é mais estimulante, motivante e gera maiores níveis de satisfação e bem-estar.
São vários os estudos que mostram que as pessoas que praticam exercício físico ao ar livre são mais ativas e têm mais energia.

“Tudo porque o contacto com a natureza estimula os sentidos. Isto, claro está, para além de ser gratuito e de dar acesso a alguns extras muito positivos, como o sol, a natureza e o ar puro.”

O ritmo de vida atual coloca-nos em espaços fechados grande parte do dia. Estamos muito tempo parados, sob luz artificial e a respirar um ar saturado. A saúde mental é crucial para o bem-estar e a boa forma física. Os benefícios para a saúde mental podem crescer até mais 50% quando o exercício físico é feito em parques ou florestas em vez de num ginásio. Os especialistas dizem que fazer exercício outdoor uma vez por semana produz resultados visíveis e assegura ganhos na prevenção de doenças do foro mental, como a depressão.
Fico mais depressa em forma se for para um ginásio, porque tenho acesso a aparelhos e a acessórios que ajudam a trabalhar os diversos grupos musculares? Não. Os treinos ao ar livre podem ser igualmente eficazes e até mais estimulantes para o corpo e para a mente – pode inclusive gastar mais 5% de calorias. Além disso, são já muitos os parques e jardins que disponibilizam uma série de equipamentos específicos que permitem trabalhar várias zonas do corpo.

A Toscca possui uma gama de soluções certificadas de acordo com os requisitos de segurança EN-16630 que podem ser encontrados em diversas zonas públicas do país.

Equipamentos disponíveis e respetivos benefícios:

Extension: Reforça e desenvolve a musculatura dos membros inferiores, quadríceps, gémeos e glúteos.

Chest: Reforça e desenvolve a musculatura dos membros superiores, peitorais, deltóide e bíceps.

Bars: Desenvolve força e flexibilidade de membros superiores, como ombros e peitorais. Melhoria da condição muscular do abdómen e costas.

Waist: Exercita a cintura e ajuda a relaxar os músculos da cintura. Aumenta a agilidade e a flexibilidade da região lombar.

Wheels: Melhora a mobilidade dos membros inferiores, superiores e quadril. Melhora a flexibilidade geral das articulações dos ombros, clavículas, cotovelos e punhos.

Climber: Fortalece os músculos dos membros superiores e inferiores e melhora a flexibilidade das articulações. Aumenta e melhora a função cardiopulmonar.

Rowing: Fortalece os músculos das pernas e do peito, permitindo um movimento completo das extremidades. Melhora a capacidade cardiopulmonar.

Hockey: Melhora a mobilidade dos membros inferiores, proporcionando coordenação e equilíbrio ao corpo. Aumenta a capacidade cardiopulmonar.

Rudder: Reforça os músculos dos membros superiores, bem como a flexibilidade e agilidade das articulações do ombro e do punho.

Clique na imagem abaixo para ver os equipamentos.

Equipamento FIT outdoor

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23 Janeiro 2019 • 
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Hortas Urbanas: aproveite os benefícios que trazem tanto à alimentação como ao meio ambiente

Ter uma pequena horta, seja individual ou coletiva, traz benefícios tanto para a alimentação como para o meio ambiente.

Ao envolver-se numa horta comunitária apenas terá vantagens. A nível individual, terá sempre alimentos frescos, livres de agrotóxicos e com garantia da procedência. Trabalhar numa horta mantém a cabeça e o corpo sempre ativos e ajuda-o a desenvolver habilidades ligadas à jardinagem e artesanato, ajudando ainda a aliviar o stress e a praticar a paciência. A nível comunitário, notará um maior envolvimento com os seus vizinhos que, quem sabe, se poderão até tornar amigos. Estas hortas ajudam na educação ambiental, estimulando a minimização na produção de resíduos, reciclagem e compostagem.

Se é amigo do ambiente sabe que as áreas verdes ajudam a combater as ilhas de calor e que a agricultura urbana ajuda a aproximar as pessoas da natureza e a resgatar a importância da preservação para a manutenção da vida, servindo como refúgio para a biodiversidade local. E existem vários locais deste género a que pode recorrer.

Em Chelas, na freguesia de Marvila, concelho de Lisboa, está o maior espaço urbano do país para albergar hortas, mas não é o único. Com 26 abrigos de madeira Toscca, as hortas de Carnide vieram-se juntar aos já existentes parques urbanos da Quinta da Granja em Benfica e do Vale da Ameixoeira em Santa Clara em 2017 e contam com uma área de talhões entre os 50 e os 100m2 cada, perfeitas para os moradores da freguesia.

Mas não é só Lisboa que está a apostar nos benefícios desta atividade. Do outro lado da ponte, no Seixal, o Núcleo Hortícola da Quinta da Trindade tem 37 talhões de cultivo com sistema de rega integrado, 400 metros de vedação e 1.200 metros de lancil. Conta também com um edifício da Toscca de 150m2 de apoio ao cultivo, que inclui seis divisões para arrumos hortícolas, duas casas de banho, uma copa e uma sala para convívio ou reuniões. O Funchal, na Madeira, conta já com 247 abrigos fornecidos pela Toscca ao longo de 5 anos, provando também a sua forte aposta nas hortas comunitárias.

Estão ainda planeados mais 9 abrigos da Toscca para Lisboa, nas zonas do Casal Vistoso, Bem Saúde, Quinta da Paz e Telheiras; 1 em Almada na Horta de São João da Caparica e em Oeiras 3 novos na zona do Moinho das Antas – que conta já com outros 11 da Toscca.

A Toscca conta também com uma nova caixa para compostagem orgânica com capacidade 1m3 e tábuas inclinadas amovíveis para facilitar carga e descarga do composto, ideal para esta atividade.

Já alguma vez tinha ponderado participar numa horta comunitária? Experimente, não tem nada a perder!

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2 Janeiro 2019 • 
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Abrigo de madeira: tornar um sonho realidade!

Abrigo de madeira – acrescente valor ao seu jardim.

Gostava de construir o seu próprio abrigo de madeira? Os miúdos não param de pedir um cantinho especial no jardim para poderem brincar à vontade? Anseia por um projeto novo, que o desafie e encha de orgulho e para o qual possa olhar e dizer “fui eu que fiz isto” quando acabar? Então do que está à espera?

O abrigo de madeira pode ser um espaço de organização e de arrumação, uma oficina, um escritório, uma casa de brinquedos para os mais pequenos, uma sala de leitura, uma cozinha e até um espaço de meditação… o limite está na nossa imaginação!

Já pensou na luz e no calor do sol dos quais poderia desfrutar, mesmo nos dias mais frios e ventosos, dentro do seu abrigo de madeira? Poderia estar em comunhão com a natureza para, por exemplo, ler, descansar e dedicar-se aos seus hobbies preferidos! Um abrigo de madeira permite também a arrumação e organização daquilo que não tem lugar ou espaço dentro de casa, como os brinquedos dos miúdos, a ferramentas de bricolage, os equipamentos de jardim e tantas outras coisas. Um abrigo pode ainda ser um espaço de expressão da sua criatividade, podendo pintá-lo e decorá-lo como quiser!

A Toscca concebeu e desenvolveu uma gama de mobiliário e estruturas baseada no conceito de simplicidade para que possa ser você mesmo a fazer a montagem. Os kits Toscca incluem os materiais necessários à sua montagem e vêm acompanhados das respetivas instruções de montagem, para que esta tarefa, para além de simples, possa ser divertida. Basta um escadote, a habitual parafusadora e o martelo, entre outras materiais que já conhece bem, para completar este projeto.

Hoje em dia, vivemos mais tempo e fazê-mo-lo com saúde: por que não aproveitá-lo? Acha que é difícil? Assista a este vídeo e descubra como pode montar o seu abrigo de madeira de forma rápida e eficaz. Depois, é só desfrutar do seu cantinho especial!

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20 Março 2018 • 
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Toscca na Batimatec 2018 | Argélia

Toscca na Batimatec 2018 | Argélia

Inserida no âmbito da estratégia de internacionalização, a Toscca estará presente na BATIMATEC em Argel que decorrerá entre 22 e 26 de Abril.

Esta participação na BATIMATEC 2018 reveste-se de especial importância por esta representar uma importante montra para o sector de construção em escala continental. Em 2017, o evento teve uma participação recorde de 1224 expositores, incluindo 600 empresas estrangeiras de 24 países numa área de exibição total 44,000 m². Esperam-se assim, 5 dias bastante agitados, face à habitual enchente de público que visita esta reconhecida feira para público profissional.

No decurso do evento, a Toscca fará a apresentação da sua oferta com o objectivo de desenvolver novas relações com novos parceiros.

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27 Fevereiro 2017 • 
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Tratamento da madeira em autoclave – O que é?

O que é o tratamento da madeira em autoclave?

Em função da utilização e funcionalidade que esperamos obter dos produtos em madeira, assim devemos escolher a proteção adequada, para evitar eventuais danos e prejuízos.
Se pretendemos utilizar produtos de madeira no exterior, sujeitos à intempérie e em contacto direto e permanente com o solo, temos de ter cuidados acrescidos conferindo à madeira especial tratamento, por forma a aumentar a sua durabilidade.
No seu estado natural, a madeira está sujeita ao ataque dos agentes bióticos deterioradores da madeira, vulgarmente conhecidos por organismos ou agentes xilófagos (“xilo” do grego Ksúlon = madeira + “fago” do grego phagein = comer).
Estes ataques são possíveis evitar, com o tratamento preventivo que permite aumentar, significativamente, o tempo de vida útil.
Existem vários processos de tratamento preventivo, sendo que o mais utilizado é o duplo vácuo e pressão, vulgarmente designado por “processo de Bethell”. Trata-se de um processo tecnológico que incorpora mecânica e química.
Este processo, realiza-se em autoclave e permite a impregnação total do borne (fig. 1) com uma solução química com função inseticida e fungicida, altamente eficaz contra os agentes xilófagos, que danificam as estruturas moleculares da madeira.
O tratamento da madeira em autoclave é um processo tecnológico que incorpora mecânica e química, permitindo impregnar profundamente a madeira com produtos inseticidas e fungicidas de acão comprovada. Desta forma, através do tratamento da madeira em autoclave, a madeira fica protegida contra o apodrecimento, e outros agentes biológicos de deterioração (fungos e insetos). Antes de ser submetida ao tratamento em autoclave, a madeira passa por um período de secagem natural de aproximadamente 3 meses, até apresentar um grau de humidade compatível.

Etapas do tratamento da madeira em autoclave

1ª etapa do tratamento da madeira em autoclave 1 – A madeira preparada para o tratamento é introduzida no autoclave

2ª etapa do tratamento da madeira em autoclave

2 -O vácuo inicial retira o ar existente no interior das células da madeira.

3ª etapa do tratamento da madeira em autoclave3 -Sob o vácuo a solução de tratamento é transferida para o autoclave.

4ª etapa do tratamento da madeira em autoclave4 – Sob alta pressão a solução de tratamento é injetada na madeira até a saturação.
4ª etapa do tratamento da madeira em autoclave5 – A pressão é aliviada e a solução excedente retorna ao reservatório.

5ª etapa do tratamento da madeira em autoclave

6- O vácuo final retira o excesso de solução da superfície da madeira.
6ª etapa do tratamento da madeira em autoclave

O tratamento preventivo deverá ser efetuado de acordo com o risco a que a madeira vai estar submetida. Classes de risco a saber;

Classe risco 1 – Madeira coberta sem nenhuma humidade possível (carpintaria interiores,…);
Classe risco 2 – Madeira coberta com rehumidificação temporária e/ou acidental (Vigamento,…);
Classe risco 3 – Madeira exterior sem contacto com o solo, nem com nenhuma fonte de humidade e encalhamento de água;
Classe risco 3.1 – Madeira pouco exposta; tratamento superficial para madeira pouco solicitada e riscos reduzidos (acessível para todos os processos de tratamento.)
Classe risco 3.2 – Madeira muito exposta: tratamento em profundidade para madeira muito solicitada e riscos notáveis (acessível para tratamentos em autoclave).
Classe risco  4 – Madeira para exterior em contacto com o solo ou água doce e está assim exposta em permanência com a humidade.
Classe risco  4SP – Retenções superiores, para obras ou circunstâncias especiais que necessitem de proteção reforçada.

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22 Fevereiro 2017 • 
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Compostagem – O que é? Como se faz?

O que é a compostagem?

Chama-se de compostagem o processo de valorização de matéria orgânica.

No fundo trata-se da decomposição dos resíduos domésticos por acção de microrganismos que na presença de oxigénio, dão origem ao “composto”. O composto obtido caracteriza-se por melhorar substancialmente a estrutura do solo. Este, possui fungicidas naturais e outros organismos que ajudam na eliminação dos organismos patogénicos que degradam o solo e as plantas.

A compostagem é um processo simples, não requer conhecimentos técnicos, é economicamente e ecologicamente sustentável, visto que implica a redução dos resíduos domésticos a enviar para o aterro sanitário, transformando-o num fertilizante para ser usado como nutriente e do solo nos jardins, nas hortas e quintais, bem como, em vasos e floreiras.

Caixa de Compostagem com logo

Compostor de Madeira: com 1 metro cúbico totalmente em madeira tratada em autoclave. Modelo desenhado em sistema de “blockhouse” vendido em KIT.

Material necessário à compostagem

  • Resíduos orgânicos;
  • Água;
  • Compostor;
  • Tesoura de podar (para diminuir a dimensão dos resíduos);
  • Ancinho de arejamento (para remexer o material de compostagem);
  • Termómetro;
  • Regador;
  • Terra ou composto acelerador (terra para plantas).

Resíduos que podem ser compostados

  • Restos de vegetais crus; Restos de cascas de frutas; Arroz e massa cozinhados; Cascas de ovos esmagadas; Folhas verdes; Folhas e sacos de chá; Cereais; Feno, Palha; Aparas de madeira; Serradura; Aparas de relva; Erva seca; Folhas Secas; Ramos pequenos; Ervas daninhas (sem sementes); Restos de relva cortada e flores; Borras de café (incluindo filtros); Cascas de ovos esmagadas e Aparas de relva.

Resíduos que não podem ser compostados

  • Carne, peixe, lacticínios e gorduras (queijo, manteiga, molhos); Excrementos de animais (podem conter microrganismos patogénicos que sobrevivam ao processo de compostagem); Resíduos de jardim tratados com pesticidas; Plantas doentes ou infestadas com insectos; Cinzas de carvão; Ervas daninhas (com sementes); Têxteis, tintas e pilhas; Vidro, metal e plástico; Medicamentos e outros produtos químicos.

Procedimento para realizar a compostagem

  1. Corte os resíduos em pequenos pedaços.
  2. No fundo do compostor coloque aleatoriamente ramos grossos (promovendo o arejamento e impedindo a compactação);
  3. Adicione no máximo uma mão cheia de terra ou composto acelerador; esta quantidade conterá microrganismos suficientes para iniciar o processo de compostagem (os próprios resíduos que adicionar também contêm microrganismos); note-se que grandes quantidades de terra adicionadas diminuem o volume útil do compostor e compactam os materiais, o que é indesejável;
  4. Adicione uma camada de resíduos;
  5. Regue cada camada de forma a manter um teor de humidade adequado. Este teor pode ser medido através do “teste da esponja”, ou seja, se ao espremer uma pequena quantidade de material da pilha, ficar com a mão húmida mas não a pingar, a humidade é a adequada.
  6. Repita este processo até obter cerca de 1 m de altura. As camadas podem ser adicionadas todas de uma vez ou à medida que os materiais vão ficando disponíveis.
  7. Na última camada a adicionar deve evitar colocar resíduos que evitem os problemas de odores e a proliferação de insectos e outros animais indesejáveis. As folhas e resíduos de corte de relva acumulam-se num espaço de tempo muito reduzido e em grandes quantidades. Caso tenha folhas em quantidades que não caibam no compostor: Enterre algumas no solo; Utilize-as como cobertura (mulch) em volta do pé de plantas e árvores;  Faça uma pilha num canto do jardim; as folhas degradar-se-ão rapidamente;  Guarde-as em sacos de plástico, armazene em local seco e acessível e adicione ao compostor à medida das suas necessidades. Para os resíduos do corte de relva:  Coloque no compostor pequenas quantidades de cada vez e adicione-os com resíduos mais “secos” (os resíduos do corte de relva têm tendência para adquirir uma estrutura pastosa e criar cheiros);  Deixe estes resíduos expostos ao sol a secar; tornar-se-ão materiais ricos em carbono (resíduos castanhos), que poderão ser misturados aos mesmos resíduos ainda verdes.

Factores que influenciam a compostagem;

  • Tamanho dos resíduos orgânicos: deverá estar compreendido entre 3 e 7 cm, de acordo com a utilização do produto final;
  • Ar: o revolvimento da pilha de compostagem é imprescindível para que a matéria orgânica seja decomposta num ambiente aeróbio (na presença de oxigénio). Deverá remexer os materiais com uma ancinho de arejamento ou com um ancinho.
  • Humidade: Os microrganismos que decompõem a matéria orgânica necessitam de humidade para se movimentarem na pilha e para decompor os materiais. Uma forma simples de testar a humidade na pilha é retirar um pouco dos materiais presentes na pilha de compostagem e apertá-los na mão, se a humidade for a ideal devem escorrer por entre os dedos algumas gotas de água.
  • Temperatura: A temperatura existente na pilha de compostagem é resultado do trabalho dos microrganismos que decompõem os resíduos orgânicos. São desejáveis temperaturas de 55 °C. Para valores muito elevados a temperatura passa a ter um efeito inverso sobre os microrganismos, retardando, e até eliminando, a actividade microbiana. No entanto, se a sua pilha de compostagem não atingir a temperatura ideal, não se preocupe, uma compostagem a temperaturas um pouco mais baixas também funciona.
  • Localização do compostor: o compostor deve ser colocado num local de fácil acesso, de preferência em cima da terra de modo a possibilitar a drenagem da água e a entrada de microrganismos benéficos do solo para a pilha de compostagem. Em locais de clima seco, com temperaturas mais elevadas, o compostor deve localizar-se debaixo de uma árvore, que proporciona sombra durante parte do dia e evita a secagem e arrefecimento do composto. Em locais onde a chuva é frequente, convém cobrir o compostor porque o excesso de água atrasará a decomposição.

Se cumprirmos com as necessidades da pilha, se adicionar-mos os resíduos reduzidos a pequenas dimensões, alternando camadas com os vários tipos de resíduos, mantendo o nível óptimo de humidade e remexendo a pilha 3 vezes por semana, o composto poderá estar pronto em 2 a 3 meses.

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21 Fevereiro 2017 • 
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Hortas comunitárias em Portugal

As Hortas comunitárias são espaços de convívio, de lazer e  aprendizagem, com uma forte componente sócio-cultural, que potenciam o aumento da qualidade de vida dos seus utilizadores.

Habitualmente implementadas em terrenos autárquicos disponibilizados aos munícipes, as Hortas Comunitárias são parte integrante das estruturas ecológicas locais. Localizadas em parques e espaços verdes de lazer, trazem uma nova utilização ao espaço público, e promovem ainda o convívio entre as diferentes gerações.

Os terrenos, geralmente inseridos em espaços verdes de lazer, são divididos em talhões e equipados com abrigos de ferramentas, caixas de compostagem e pontos de água.

Normalmente é ainda dada aos horticultores formação, prática e teórica, sobre agricultura sustentável e sobre as normas de convivência nos espaços comuns das hortas.

A utilização destes espaços requerem o cumprimento das regras estabelecidas, ou seja, das utilizações correctas dos recursos, uma convivência sã entre horticultores, bem como, o cumprimento das técnicas de uma agricultura sustentável e livre de químicos.

Recentemente, a ZERO – ASSOCIAÇÃO SISTEMA TERRESTRE SUSTENTÁVEL, divulgou o resultado do 1º inquérito nacional realizado para conhecer melhor esta realidade.

Pode ver aqui as algumas fotos da horta comunitária do Funchal presentes no portfólio da Toscca.

Aqui ficam os principais dados do referido inquérito

Municípios com mais espaço dedicado a Hortas Comunitárias:

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No que respeita à área distribuída por cada um dos hortelões, a média atribuída por talhão é de cerca de 89 metros quadrados, sendo que a área máxima ronda os 313 metros quadrados e a mínima apenas os 20 metros quadrados.

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Analisando qual a taxa de ocupação dos talhões nas hortas comunitárias, constata-se que, nos 59 municípios que disponibilizam talhões, 58% dos mesmos encontram-se totalmente ocupados. Olhando para o número de utilizadores nas hortas comunitárias, estão registados 3706 hortelões, correspondendo a uma taxa de ocupação de 73%, para um máximo possível de 5060 utilizadores.

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Existem 26 municípios com uma taxa de ocupação de 100% e apenas 7 municípios apresentam uma taxa de ocupação inferior a 50%.

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Analisando o modo de produção que é implementado nas hortas comunitárias, constata-se que em 58% dos casos, embora a produção não seja certificada, são aplicados os princípios do Modo de Produção Biológico. Um outro aspecto importante é que a compostagem dos resíduos que é promovida em 95% das situações, o que denota a preferência dos hortelões por fertilizantes orgânicos, acessíveis, baratos e mais sustentáveis, em detrimento de fertilizantes inorgânicos.

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Quanto ao destino dos alimentos produzidos em cada Município, 74% vai para consumo dos hortelões e das suas famílias, enquanto os excedentes – ¼ do total da produção – são distribuídos pela comunidade local ou por instituições de solidariedade social.

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Publicação original em https://zero.ong/1o-inquerito-nacional-foi-efetuado-pela-zero-59-municipios-com-hortas-comunitarias/

Participaram no inquérito 135 Municípios portugueses, incluindo os das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, tendo 59 indicado que possuíam hortas comunitárias, ocupando uma área total de 69 hectares disponibilizados em talhões aos seus cidadãos para que aí produzam alimentos. Mas 77% dos Municípios que declararam não possuírem hortas comunitárias no seu território manifestaram interesse em investirem numa, ou em mais que uma, horta comunitária.

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4 Janeiro 2017 • 
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4 Janeiro 2017 • 
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Jardins de Inverno – O que são?

O inverno é aquela estação do ano em que ficamos normalmente mais aborrecidos e entediados por ficarmos também mais limitados no espaço de lazer.

Os jardins de inverno são uma óptima solução para alargar o perímetro de lazer durante os dias mais frios e chuvosos do ano. Estes podem nascer nos espaços mais variados, como jardins, terraços, salas e coberturas, embora sejam mais recorrentes no exterior, onde é possível aproveitar o sol.

Plantas

Deverão ser colocadas  plantas que não necessitem de muito espaço e espécies que se adaptem bem ao interior da casa. Para além das plantas podemos complementar a decoração com fontes de água, peças de mobiliário simples (sem exageros) e outras peças que combinem com as plantas que escolheu.

Poder desfrutar do sol nos meses frios, num ambiente arejado e luminoso com a companhia das plantas…

Materiais

Existem soluções de jardins de inverno para todos os gostos. Diferentes cores, dimensões e formas. A madeira é a um material que vive em perfeita harmonia com este tipo de espaços traz o conforto natural que só um material orgânico transmite. Para além disso pode ser utilizado quer na estrutura do jardim, quer na decoração e mobiliário.

Manutenção

Todo o jardim precisa de manutenção, os jardins de inverno não são excepção. Manter o aspecto do nosso jardim requer um trabalho constante de “mimar” o nosso espaço com novidades como novas formas de decoração e novas peças, por exemplo. Utilizar equipamentos e peças de mobiliário em madeira tratada para resistir aos climas mais inóspitos é a forma de prevenir que o nosso jardim se degrade rapidamente.

Decoração

Para além das plantas, as soluções para a decoração são também variadas e dependem com o tipo de uso que vai dar ao espaço. Se o objectivo for, por exemplo, criar uma agradável zona de refeições, então um conjunto de mesa e bancos reveste-se de importância acrescida.
Outras opções são a criação de zonas mistas, de refeições / lazer ou de lazer/escritório ou até um espaço mais vocacionado para as crianças. As opções são variadíssimas e existem no mercado imensas  soluções para todas as ideias criativas.

Ficam aqui algumas sugestões de produtos Toscca para o seu jardim de inverno.

Imagens de artigos para jardins de inverno

Veja mais em:
http://www.tosccawebstore.com/loja-online-mobiliario-jardim

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3 Janeiro 2017 • 
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Casotas Para Cães: Como Escolher?

Chegado o inverno com as chuvas e temperaturas baixas, o nosso amigo patudo merece o melhor. As casotas para cães Toscca são a escolha ideal pelas razões que se seguem.

Material

Porquê madeira?

As casotas para cães em madeira são ideais para serem colocadas no jardim ou noutro espaço exterior, uma vez que são bastante resistentes ao frio e à chuva, mantendo assim o seu cão confortavelmente quente e seco. Para além do conforto, as casotas de madeira toscca são também feitas de madeira tratada, conferindo-lhe uma durabilidade superior e uma maior eficiência face às condições climatéricas.

Qual a casota mais indicada para o seu cão?
A casota deve ser adequada às necessidades do seu melhor amigo de quatro patas.

Deixamos aqui alguns dos aspectos importantes a ter em conta na hora de escolher a casota do seu cão:

Tamanho Xs ao XL.
O tamanho da casota deverá ser proporcional ao do cão. É imperativo que ele se possa movimentar confortavelmente no seu interior.
Na Toscca encontra vários modelos de várias dimensões, do XS ao XL.

Resistente à Água
Deve ser à prova de água. Pelo menos se for para ficar em espaço aberto;
A Toscca usa madeira tratada em autoclave. Este tratamento confere uma maior durabilidade.

Porte
A entrada/saída da casota deve ser adequada ao porte do seu cão, para que ele consiga entrar e sair com facilidade;

Temperatura
Deve ser quente de Inverno e arejada nos dias mais quentes de Verão;
As versões de casotas para cães Toscca com cobertura de 1 ou 2 águas permitem abrir a cobertura para um melhor arejamento no verão.

Casota de cão com tecto aberto

Higiene
A limpeza assume total importância. Escolha uma casota que facilite esta tarefa.
As versões de casotas para cães Toscca com cobertura de 1 ou 2 águas permitem abrir a cobertura para conseguir uma melhor higienização.

E lembre-se que ao oferecer ao seu cão uma casota que reúna estas características, são mimos que lhe está a dar. Olhe por ele, que ele olhará sempre por si… e pelos seus!

Escolha aqui o tamanho ideal.
http://www.tosccawebstore.com/loja-online-abrigos-animais-em-madeira-casota-de-cao

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